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Escritor mostardense participa da 68ª Feira do Livro de Porto Alegre



Em 2022 a Feira do Livro de Porto Alegre voltou a ser realizada de forma totalmente presencial depois de dois anos com alterações em seu formato em função da pandemia de Covid-19. Com o tema “Uma boa festa tem história” esta edição celebra os 250 anos da capital dos gaúchos. Sua programação se estende de 28 de outubro a 15 de novembro de 2022.


A Praça da Alfândega, que abriga essa que é uma das principais feitas a céu aberto da América Latina desde 1955, recebeu 71 expositores, mais de 150 autores e uma grande programação que inclui diversas atrações culturais.


Autor de quase uma centena de obras, produzidas em mais de seis décadas dedicadas à literatura, o escritor porto-alegrense Carlos Nejar é o patrono da 68ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. Ocupante da cadeira número quatro da Academia Brasileira de Letras, é reconhecido pela riqueza de seus textos, entre poesias, ensaios, contos, críticas literárias e literatura infantojuvenil. Aos 83 anos, Carlos Nejar sucede o filho Fabrício Carpinejar na posição de patrono do evento literário.


Os principais temas discutidos pela sociedade e os grandes lançamentos da literatura compõem uma ampla programação. Um dos pontos centrais dessa edição são as comemorações pelo aniversário de Porto Alegre. Na área infantil e juvenil o foco é na a formação de leitores literários e de mediadores de leitura.


O escritor mostardense, Jorge Amaro esteve presente, este ano, com participação em três coletâneas com poesias que abordam a temática racial do litoral médio.


Na quarta-feira (09/11), foi lançada a Coletânea Cultura, uma parceria do Instituto Cultural Português (ICP) e a Editora Alternativa, o qual reuniu 115 escritores através de diferentes gêneros literários! Amaro contribui com o poema "Litoral Negro".


Na tarde do sábado (12/11) ocorreu o lançamento e sessão de autógrafos do livro "50 textos do Cinquentenário do 20 de novembro". A obra reune textos de 50 escritores de 27 municípios gaúchos. Eles mostram seus olhares em narrativas acerca da data, que marca a consciência negra. Amaro contribui com o poema "Quilombo, Quimbolas e Quilombistas". No mesmo dia, na Estação da Acessibilidade, ocorreu a roda de conversa sobre o livro "Deficiências e desafio para uma sociedade inclusiva".


Esta feira foi da diversidade e do diálogo, questões tão necessárias nos tempos atuais. Os livros são fundamentais para que a gente possa construir um mundo mais afetivo, justo e sobretudo, pautado no respeito as diferenças que são inerentes a diversidade humana. Este ano, participei de coletâneas, uma experiência nova e extremamente humana, ao passo que nos conectamos com escritores de diversas vertentes.










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